Diagnóstico e posicionamento
O ponto de partida
O mercado de corretagem comunica quase sempre a mesma coisa: cotação, agilidade e preço. Isso torna o LinkedIn um espaço barato de ocupar por quem tiver algo mais consistente a dizer.
A Maktub tem o que a maioria dos concorrentes não tem para sustentar esse discurso: 70 mil vidas administradas, 2.000 clientes de setores diversos e uma estrutura de 70 pessoas. Escala é o que dá autoridade técnica para falar de gestão, e não apenas de contratação.
A oportunidade
Decisores de benefícios, RH, financeiro, sócios, usam o LinkedIn para se informar sobre gestão de pessoas e custos, não para contratar seguro. A conta que ocupa esse espaço com informação útil é lembrada no momento da renovação.
O público primário é RH e Departamento Pessoal, e o eixo de toda a estratégia é um deslocamento de conversa: sair do preço do benefício e entrar na administração do benefício. É nesse terreno que a Maktub ganha e a concorrência não compete.
Mês 1. Conteúdo de leitura de mercado, dados e desmistificação técnica.
Mês 2. Dores reais de RH, custo, comunicação e processos.
Mês 3. Método, casos, comparações e convites diretos à conversa.
Falar com quem administra o RH
O público primário do ciclo é o profissional de RH e Departamento Pessoal. Ele não decide sozinho, mas é ele quem levanta o problema, monta o comparativo e recomenda o parceiro. Todo o conteúdo é escrito para que essa pessoa se sinta competente ao ler, não vendida.
Pauta na linguagem da rotina de RH: cadastro, comunicação interna, reclamação de colaborador, relatório de uso. Nada de jargão de corretagem.
Responder todo comentário em até 24 horas, com nome de quem responde. Transformar dúvida de comentário em pauta. Presença constante vale mais que post perfeito.
Ensinar o que sustenta uma boa gestão de benefícios: leitura de uso, auditoria de cadastro, comunicação recorrente, desenho por perfil de time e calendário próprio.
O convite é sempre para uma conversa técnica de 30 a 40 minutos, com diagnóstico e sem cotação. Baixa a barreira de quem tem medo de virar alvo de venda.
Os quatro fundamentos que o ciclo ensina
Como o convite acontece
Públicos e decisores
RH e Departamento Pessoal são o alvo prioritário: são eles que levantam o problema, montam o comparativo e recomendam o parceiro. Sócios e diretoria entram como público de apoio, para quando o RH precisa levar o caso adiante. Cada publicação é escrita para um desses perfis, nunca para todos ao mesmo tempo.
Quem responde pelo pacote dentro da empresa: levanta o problema, monta o comparativo e recomenda o parceiro. É a pessoa para quem o ciclo inteiro é escrito.
Conteúdo que funciona: fundamentos de gestão, análise de uso, retenção, comunicação interna.
Vive a operação do plano: inclusões, exclusões, cadastro, carteirinha, dúvida de colaborador. É quem sente primeiro quando a manutenção falha.
Conteúdo que funciona: checklists, glossários, auditoria de cadastro, onboarding.
Decidem rápido, com pouca informação técnica. Enxergam benefício como ferramenta de retenção e risco de operação.
Conteúdo que funciona: comparativos, casos, mito x verdade.
Responsáveis por cultura, retenção e employer branding em empresas médias e grandes. Pensam em experiência e percepção.
Conteúdo que funciona: pesquisa interna, retenção, saúde mental.
Recorte por porte
O foco comercial do ciclo está abaixo de 99 vidas. É onde a decisão é mais rápida, a necessidade é absoluta e a venda não depende de comitê.
Arroz com feijão bem feito: produto simples, decisão rápida, necessidade absoluta. Conteúdo direto, sem jargão, com resposta prática dentro da própria publicação.
Já existe RH estruturado e sinistralidade que pesa no orçamento. É aqui que a manutenção da carteira gera diferença visível e o discurso de gestão converte melhor.
Empresas de grande porte e órgãos públicos, que contratam benefício por licitação. Ciclo longo e decisão por edital. Conteúdo de autoridade, não de conversão rápida.
Empresas públicas contratam benefício por processo licitatório. Conteúdo sobre edital, critério técnico e conformidade alcança um decisor que quase ninguém no mercado atende no LinkedIn.
Diferencial pouco explorado: cobertura internacional para executivos e diretoria. Abre conversa com empresas que viajam a trabalho e não sabem que essa opção existe.
Níveis de consciência e conteúdo correspondente
Curiosidades, dados, temas de gestão. Objetivo: alcance.
Conteúdo de método e imparcialidade. Objetivo: clareza.
Dores, erros comuns, diagnóstico. Objetivo: identificação.
Comparativos e pós-venda. Objetivo: contraste.
Casos, critérios de escolha. Objetivo: consideração.
Convites diretos e diagnóstico. Objetivo: conversão.
Pilares e distribuição
A distribuição foi reequilibrada para o público de RH: quase metade do ciclo trata de gestão de pessoas e de saúde corporativa, os dois assuntos que o profissional de RH precisa dominar para defender o próprio orçamento. Temas de decisão empresarial entram em dose menor, como munição para quando ele precisa levar o caso à diretoria.
Curiosidades, dados e dores de rotina. Alcança o RH que ainda não conhece a marca.
Fundamentos de gestão, análise de erros e método. É o centro do ciclo: constrói a percepção de especialista.
Checklists de decisão e convite para conversa técnica de 30 a 40 minutos, sem cotação.
Calendário de 90 dias
Doze semanas, oito publicações por mês, duas por semana: terça e quinta. Vinte e quatro peças ao longo dos 90 dias, com o eixo em gestão de pessoas e saúde corporativa. O mês 1 estabelece os fundamentos, o mês 2 aprofunda custo e comunicação, o mês 3 trabalha relacionamento e fecha em convite. As copies completas das dez primeiras publicações estão na Parte 05.
Direção de arte da conta
Um sistema fechado, derivado da identidade existente: dois azuis da marca, navy institucional, off-white e um grid editorial rígido. Nada além disso entra nas artes.
Paleta
Gradiente azul → ciano reservado para elementos gráficos e o símbolo. Nunca sob texto.
Tipografia
1080×1350 com margem de 90px, coluna única e linha divisória fina de 1px em #1E93AE a 40%.
Sempre no rodapé, lockup horizontal, 72px de altura. Símbolo isolado só como marca d’água a 6%.
Triângulo do símbolo como único recurso geométrico. Sem ícones decorativos, sem sombras.
Ambientes reais de escritório e time Maktub, em duotone navy/ciano. Nunca banco de imagens genérico.
Criativos: as 24 publicações
As 24 publicações do ciclo, das semanas 1 a 12, em 1080 × 1350 px e prontas para execução: arte montada, copy completa com hashtags, CTA e direção de arte. Os três carrosséis aparecem com todas as telas lado a lado, com download em PDF, formato que o LinkedIn aceita como documento, e em zip de PNGs. As peças abaixo estão em escala reduzida.
Copy da publicação
Benefício não é despesa. É decisão.
E como toda decisão de empresa, ela produz efeito por doze meses, no orçamento, na retenção e na percepção que o time tem de quem o emprega.
O que vemos com frequência: o pacote é contratado com atenção e administrado sem nenhuma. Ninguém analisa o uso, ninguém acompanha a sinistralidade, ninguém comunica mudança. No ano seguinte, o reajuste chega e a conversa volta a ser preço.
Administramos 70 mil vidas em mais de 2.000 empresas de setores muito diferentes. A diferença entre as carteiras que se mantêm saudáveis e as que estouram raramente está na operadora escolhida. Está na gestão que existiu entre uma renovação e outra.
Nos próximos 90 dias vamos publicar aqui o que aprendemos sobre isso: custo, saúde, pessoas e decisão empresarial.
Se você cuida de benefícios no RH, acompanhe a série. E se tiver um tema que gostaria de ver por aqui, escreva nos comentários: a pauta se constrói com quem vive o problema.
#maktub #gestãodebenefícios #benefícioscorporativos #rh
Direção de arte
O custo invisível da má gestão
Copy da publicação
Toda empresa sabe quanto gasta com benefícios. Está na planilha, na linha certa, no centro de custo correto.
O que quase nenhuma sabe é quanto perde.
Perda aqui não é fraude nem desperdício grosseiro. É o acúmulo de coisas pequenas: o desligado que continuou no cadastro por dois meses, as horas do analista de DP resolvendo autorização, a sinistralidade que subiu em silêncio até virar reajuste, o benefício que ninguém explicou e por isso ninguém usou.
Separadamente, nada disso parece grave. Somado ao longo de doze meses, costuma pesar mais do que a diferença de preço entre duas propostas de operadora.
Reunimos os cinco pontos que aparecem com mais frequência nas carteiras que revisamos.
Salve para revisar com seu time. Se quiser passar esses cinco pontos junto com a gente, chame no direct: 30 minutos de conversa, sem proposta na mesa.
#gestãodebenefícios #benefícioscorporativos #rh #b2b
Direção de arte
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Todo mês, a operadora envia um relatório de utilização. Na maioria das empresas, ele é arquivado sem análise.
É a informação mais valiosa do contrato. Ela mostra onde o custo está se formando: quais especialidades concentram os atendimentos, quantas idas ao pronto-socorro poderiam ter sido consulta agendada, se há uso repetido que indica condição crônica não acompanhada.
Quem analisa esse relatório em março tem seis meses para agir. Quem analisa em setembro só tem argumento para reclamar do reajuste.
Três análises que costumam mudar a conversa:
· concentração de custo em poucos usuários pede acompanhamento, não corte de cobertura;
excesso de pronto-socorro geralmente é falha de orientação, não de rede;
exames repetidos em curto intervalo indicam falta de coordenação de cuidado.
Nenhuma dessas ações depende de trocar de operadora. Todas dependem de alguém olhando o dado.
Como o RH da sua empresa acompanha a utilização hoje? Comente. Se preferir, podemos ler o seu relatório juntos em uma conversa curta.
#saúdecorporativa #benefícioscorporativos #gestãodepessoas
Direção de arte
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Mito ou verdade: trocar de operadora sempre reduz o custo do plano.
Mito, e por um motivo simples.
A proposta de entrada de uma nova operadora é calculada sem histórico da sua carteira. Ela é atraente porque parte de uma estimativa de mercado, não do uso real do seu time. Passados doze meses, a operadora tem o dado que faltava e o reajuste corrige a diferença.
O perfil de uso viaja com as pessoas. Ele não fica na operadora anterior.
Isso não significa que a troca nunca vale. Vale quando a rede não atende à geografia do time, quando o atendimento falha de forma recorrente ou quando o desenho do produto está errado para o perfil da empresa. São razões estruturais, não desconto de primeira parcela.
A pergunta certa antes de migrar não é “quanto economizo agora”. É “o que muda no uso a partir dessa decisão”.
Você já viveu uma troca que não se sustentou no segundo ano? Comente. E se estiver avaliando isso agora, vale conversar antes de decidir.
#saúdesuplementar #benefícioscorporativos #rh
Direção de arte
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Escala não é um número para colocar em apresentação. É o que muda de fato na mesa de negociação.
Administrar mais de 70 mil vidas significa ter parâmetro. Quando uma operadora apresenta um reajuste, sabemos como aquele índice se compara ao que está sendo praticado em carteiras de perfil semelhante, mesmo porte, mesmo setor, mesma região. Sem esse parâmetro, o cliente só pode aceitar ou recusar.
Significa também volume de operação: 2.000 empresas de setores muito diferentes produzem repertório sobre o que funciona em indústria, em serviço, em varejo, em equipe de campo.
E significa gente. São mais de 70 profissionais estruturados para que atendimento personalizado não dependa da boa vontade de uma pessoa só.
Se quiser saber como esse parâmetro se compara com a sua carteira, marque 30 minutos com o nosso time. Sem cotação, só leitura de números.
#maktub #maktubseguros #segurosempresariais #gestãoderiscos
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Duas empresas do mesmo setor, com orçamentos parecidos, tomaram decisões opostas sobre benefícios. A diferença não estava no dinheiro. Estava na pergunta que abriu a conversa.
A primeira perguntou: qual é a proposta mais barata?
A segunda perguntou: onde está o risco desta operação?
A primeira fechou bem e passou o ano sem tocar no assunto. Chegou à renovação sem histórico organizado, sem análise de uso e sem nenhum argumento além de pedir desconto.
A segunda ajustou o desenho duas vezes ao longo do ano, comunicou as mudanças ao time, acompanhou os indicadores de uso. Chegou à renovação com dado, e o dado, na mesa de negociação, vale mais do que insistência.
Decidir por preço é decidir uma vez. Decidir por risco é decidir doze vezes, um pouco por mês.
Qual desses dois critérios pesa mais na sua empresa hoje? Se o segundo caminho fizer sentido para o seu RH, podemos mostrar como ele funciona na prática.
#b2b #gestãoderiscos #liderança #benefícioscorporativos
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5 erros na gestão de benefícios
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Revisamos muitas carteiras ao longo do ano. Cinco erros aparecem em quase todas, e nenhum deles tem relação com a operadora escolhida.
O primeiro é oferecer o mesmo pacote para times com realidades diferentes. Uma equipe de campo em três estados e um time administrativo na matriz não têm a mesma necessidade de rede, e mesmo assim recebem o mesmo produto.
O segundo é comunicar o benefício apenas na admissão. Passados seis meses, o colaborador não sabe o que tem direito de usar, e não usar corretamente também gera custo.
O terceiro é tratar reajuste como assunto de dezembro. Quando a proposta chega, o que aconteceu no ano já está consolidado.
Os outros dois estão no carrossel, com o que fazer em cada caso.
Salve para revisar com seu time. Se quiser percorrer esses cinco erros junto com um especialista, chame a gente: a conversa é técnica, não comercial.
#rh #gestãodepessoas #benefícioscorporativos #departamentopessoal
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Uma empresa nos procurou pedindo três cotações. Prazo: dois dias.
Pedimos quarenta minutos antes.
Nessa conversa apareceu o que nenhuma cotação teria mostrado: mais da metade do time trabalhava em uma cidade onde a rede do plano atual tinha dois prestadores. As reclamações que o RH recebia não eram sobre cobertura. Eram sobre distância.
Cotar mais barato não resolveria nada disso. O problema não estava no preço, estava no desenho.
Diagnóstico não é etapa burocrática nem tática para atrasar a proposta. É o que separa uma recomendação de um orçamento. Sem entender perfil do time, geografia, faixa etária, histórico de uso e o que a empresa quer sinalizar com aquele benefício, qualquer proposta é chute com formatação bonita.
Levamos mais tempo para apresentar. Apresentamos uma coisa só, e ela fazia sentido.
Se a sua próxima renovação merece esse tipo de conversa, agende 40 minutos com o nosso time. Diagnóstico primeiro, proposta só depois.
#vendasconsultivas #b2b #benefícioscorporativos
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Na renovação deste ano, o que realmente pesou na decisão da sua empresa?
Perguntamos porque a resposta costuma mudar conforme quem responde. Financeiro e RH olham o mesmo contrato e enxergam problemas diferentes, e a decisão final quase sempre reflete quem falou mais alto na reunião, não o que os dados indicavam.
Vote na enquete e, se puder, comente o motivo. Em duas semanas publicamos o resultado com uma leitura do que ele diz sobre o mercado.
Curiosidade honesta: nas carteiras que administramos, o item que mais gera troca de fornecedor não é o primeiro da lista.
Se quiser comparar esse padrão com a realidade da sua empresa, comente ou chame no direct. Respondemos sem transformar a conversa em proposta.
#rh #benefícioscorporativos #saúdecorporativa
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O reajuste do ano que vem já está sendo formado agora. Quatro perguntas ajudam a saber em que direção.
1. Qual foi a sinistralidade dos últimos doze meses? Se a resposta não estiver disponível em número, o resto da negociação será feito no escuro.
2. O cadastro está auditado? Desligados ativos e dependentes fora de regra aparecem na fatura antes de aparecerem no relatório.
3. A rede cobre onde o time realmente está? Não onde a sede está, onde as pessoas moram e trabalham.
4. Alguém explicou o pacote ao time este ano? Benefício não comunicado é benefício mal usado, e uso ruim entra no cálculo do reajuste.
Se três das quatro respostas forem “não sei”, o problema não é a operadora. É a gestão do contrato.
Se quiser revisar esses quatro pontos com apoio técnico, marque 30 minutos com o nosso time. Sem compromisso e sem cotação.
#gestãodebenefícios #rh #maktub #saúdesuplementar
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Sinistralidade é uma palavra feia para uma conta simples: o quanto a operadora gastou com o seu time, dividido pelo que a sua empresa pagou no mesmo período.
Se a empresa pagou 100 e a operadora gastou 65, a sinistralidade é de 65%. Esse número é o principal argumento que a operadora usa para propor o reajuste do ano seguinte, e é também o principal argumento que a sua empresa tem para contestar.
Três coisas que quase ninguém explica no RH:
A conta não é feita no fim do ano. Ela é acompanhada mês a mês, e é isso que permite agir enquanto ainda dá tempo.
O índice sozinho não diz nada. O que importa é o que está por trás dele: uso concentrado em poucas pessoas, pronto-socorro no lugar de consulta, exame repetido sem coordenação.
Sinistralidade alta nem sempre significa time doente. Muitas vezes significa time desorientado sobre como usar o plano.
Salve para consultar quando a proposta de renovação chegar. E se quiser entender o número da sua carteira, comente aqui que respondemos.
#sinistralidade #gestãodebenefícios #rh #saúdesuplementar #maktub
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O colaborador liga para o RH dizendo que o plano não cobre. Na maioria das vezes, o plano cobre. Ele só não sabe como pedir, para quem pedir ou em quanto tempo a autorização sai.
Isso não é detalhe. Cada dúvida dessas consome tempo do RH, gera insatisfação com um benefício que a empresa está pagando e alimenta a percepção de que o pacote é ruim.
O que costuma resolver é bem menos sofisticado do que parece: um documento de uma página com rede, prazos e canais; um lembrete a cada semestre; e alguém do lado da corretora que responde no mesmo dia quando o RH precisa de resposta.
Empresa que comunica bem o benefício recebe menos reclamação, usa melhor o plano e chega à renovação com um histórico mais saudável.
Como o seu RH comunica mudanças de plano hoje? Conte nos comentários, temos curiosidade honesta sobre isso.
#comunicaçãointerna #rh #benefíciocorporativo #gestãodepessoas #maktub
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Existe uma distância silenciosa entre o pacote que a empresa contrata e o pacote que o colaborador percebe que tem.
A empresa paga por telemedicina, rede ampla, programa de prevenção, seguro de vida, assistência funeral, desconto em farmácia. O colaborador, se perguntado, cita duas ou três coisas. O resto está no contrato, mas não está na cabeça dele.
Isso produz um efeito duplamente ruim: a empresa paga por algo que não gera percepção de valor, e o time usa o plano da forma mais cara, porque não conhece as alternativas mais simples.
Medir essa distância não é complicado. Uma pergunta em pesquisa interna já mostra o tamanho do problema: liste os benefícios que você sabe que tem direito.
O resultado costuma surpreender a diretoria mais do que qualquer planilha de custo.
Como o seu RH mede essa percepção hoje? Comente, e se quiser um roteiro de pesquisa pronto, é só pedir.
#employerbranding #rh #benefíciocorporativo #gestãodepessoas #maktub
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O colaborador entra, assina a documentação, recebe a carteirinha e descobre o resto sozinho. Esse é o onboarding de benefícios da maioria das empresas.
Seis meses depois, ele não sabe que tem telemedicina, marca consulta particular por não entender a rede e liga para o RH quando precisa de uma autorização simples.
Quatro momentos resolvem quase tudo:
Dia 1. Carteirinha em mãos e um canal claro para dúvidas, com nome de quem responde.
Semana 1. Como marcar consulta, como funciona a rede, o que fazer numa urgência.
Mês 1. Inclusão de dependentes, prazos e carências, antes que o prazo passe.
Mês 6. Um lembrete do que ele ainda não usou. É aqui que o benefício vira percepção de valor.
Salve este roteiro e compartilhe com o time de Departamento Pessoal.
#onboarding #departamentopessoal #rh #benefíciocorporativo #maktub
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Durante muito tempo, saúde mental entrou na pauta do RH pelo lado do cuidado. Hoje ela entra também pelo lado da conta.
Afastamento por transtorno mental é dos mais longos que existem. Enquanto dura, a empresa paga o salário, paga o benefício, absorve a queda de produtividade da equipe e muitas vezes contrata alguém temporário. O custo aparece em quatro lugares ao mesmo tempo, e em nenhum deles com o nome certo.
A parte incômoda: quase sempre havia sinal antes. Aumento de atendimento ambulatorial, uso recorrente de medicação contínua, absenteísmo curto e repetido. Tudo isso aparece no relatório de utilização meses antes de virar afastamento.
Estruturar cuidado em saúde mental não é benefício sofisticado de empresa grande. É gestão de risco com nome mais gentil.
O seu RH já estruturou isso ou o assunto ainda aparece só quando o caso estoura? Comente.
#saúdemental #saúdecorporativa #rh #gestãodepessoas #maktub
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Um diagnóstico de carteira leva quarenta minutos. O reajuste que ele ajuda a evitar dura doze meses.
Não é reunião comercial disfarçada. É uma conversa técnica sobre quatro coisas: como está a sinistralidade, se o cadastro tem gente que não deveria estar lá, se a rede cobre onde o time realmente está e quando foi a última vez que alguém explicou o pacote aos colaboradores.
No fim, o RH sai com um retrato da própria carteira, tenha ou não interesse em trocar de parceiro. Se fizer sentido continuar a conversa, ótimo. Se não fizer, o retrato continua sendo útil na negociação com quem já atende a empresa.
A proposta só entra na mesa se você pedir.
Se a sua renovação acontece nos próximos seis meses, esse é o momento certo de olhar os números. Chame no direct para marcar.
#gestãodebenefícios #rh #saúdesuplementar #maktub
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Quando o absenteísmo sobe, a reação mais comum é apertar o controle: exigir atestado, cobrar justificativa, chamar para conversa.
Às vezes é o caminho certo. Na maioria das vezes, é tratar o termômetro em vez da febre.
Falta repetida costuma ter causa rastreável. Pode ser condição crônica sem acompanhamento, porque a pessoa só procura o médico quando a dor aparece. Pode ser rede credenciada distante, que transforma uma consulta em meio dia perdido. Pode ser sobrecarga concentrada numa área específica, que aparece antes na frequência do que no clima.
O caminho mais rápido para descobrir qual é o caso não está no RH. Está no cruzamento entre frequência e relatório de utilização do plano, dois dados que quase nunca são olhados juntos.
Compartilhe com quem cuida de gestão de pessoas na sua empresa.
#absenteísmo #gestãodepessoas #rh #saúdecorporativa #maktub
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Antes de renegociar o pacote, vale perguntar ao time o que ele acha do pacote atual. Parece óbvio, mas quase nunca é feito.
Seis perguntas dão o retrato:
Quais benefícios você sabe que tem direito. Quais você usou nos últimos doze meses. A rede atende perto de onde você mora. Você sabe a quem recorrer numa urgência. O que falta no pacote que faria diferença de verdade. Você indicaria a empresa a um amigo por causa dos benefícios.
As duas primeiras medem comunicação. A terceira e a quarta medem desenho. As duas últimas medem percepção de valor, que é o que sustenta retenção.
Com essas respostas em mãos, a conversa com a operadora muda de natureza. Deixa de ser pedido de desconto e passa a ser pedido de ajuste, com evidência.
Salve o questionário e rode com o seu time antes da próxima renovação.
#pesquisainterna #rh #gestãodepessoas #benefíciocorporativo #maktub
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Ninguém avalia o plano de saúde quando assina o contrato. A avaliação acontece numa madrugada, com um filho com febre alta, um pai internado ou uma dor que não passa.
É nessa hora que o colaborador descobre se o hospital mais próximo é credenciado, se a autorização sai rápido, se existe alguém para atender o telefone. E é nessa hora que ele forma a opinião definitiva sobre o benefício, sobre o RH e, em boa medida, sobre a empresa.
Essa é a parte do trabalho que nenhuma proposta comercial descreve. Ela não aparece na tabela de preços nem no comparativo de coberturas. Aparece na madrugada, quando alguém precisa resolver.
Por isso insistimos que rede credenciada não se avalia pelo tamanho, e sim pela geografia real do time. E que canal de atendimento não se avalia pelo número, e sim por quem atende.
Se você já viveu esse tipo de plantão do lado do RH, comente. Provavelmente é a parte mais difícil e menos reconhecida da função.
#rh #gestãodepessoas #saúdecorporativa #experiênciadocolaborador #maktub
Direção de arte
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Substituir um profissional custa mais do que retê-lo. Quase toda empresa concorda com a frase e quase nenhuma faz a conta.
Ela tem quatro partes. A primeira é imediata e visível: rescisão e passivo. A segunda é o tempo de vaga aberta, com a equipe absorvendo o trabalho de quem saiu. A terceira é a curva de aprendizado de quem chega, que leva meses até render o esperado. A quarta não tem preço definido: o conhecimento específico que foi embora.
Quando essa conta é feita, o orçamento de benefícios muda de categoria. Deixa de ser despesa fixa e passa a ser investimento em permanência, comparável ao custo de repor.
Vale calcular com números da própria empresa antes da próxima discussão orçamentária. O argumento fica difícil de contestar.
Se você já apresentou essa conta à diretoria, conte como foi recebida.
#turnover #retençãodetalentos #rh #gestãodepessoas #maktub
Direção de arte
Glossário sem jargão
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Contrato de plano de saúde é escrito para o regulador, não para quem administra o benefício no dia a dia.
Oito termos aparecem em quase toda conversa de renovação e são responsáveis pela maior parte dos mal-entendidos entre RH, colaborador e operadora.
Carência, coparticipação, sinistralidade, rede credenciada, reembolso, reajuste técnico, movimentação cadastral e portabilidade.
Cada um deles está no carrossel, explicado em uma frase, sem letra miúda e sem jargão. Não é conteúdo para especialista, é material de consulta para quem precisa responder ao colaborador na segunda-feira de manhã.
Dois deles costumam causar mais confusão do que todos os outros juntos: coparticipação, porque muda o comportamento de uso, e reajuste técnico, porque é diferente do reajuste anual e quase ninguém explica a diferença.
Salve como referência e compartilhe com o time de Departamento Pessoal.
#glossário #departamentopessoal #rh #saúdesuplementar #maktub
Direção de arte
O PDF de nove páginas é o formato que o LinkedIn aceita como documento nativo. O zip com PNGs serve para reaproveitar as telas em outros canais.
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Empresa pública e órgão público contratam plano de saúde por processo licitatório. Isso muda tudo na forma de conduzir a decisão, e é um assunto sobre o qual quase não se escreve.
A leitura mais comum é que vence o menor preço. Na prática, o que define o resultado é o que foi escrito no edital antes de qualquer proposta chegar. Rede mínima exigida, abrangência geográfica, prazos de atendimento, regras de reajuste, critérios de qualificação técnica. Um edital mal especificado seleciona a proposta mais barata para um serviço que a instituição não queria contratar.
Três pontos que costumam faltar na especificação:
Abrangência definida pela localização real dos servidores, não pelo endereço da sede. Regra explícita de reajuste, para evitar disputa no segundo ano. Exigência de relatório periódico de utilização, que é o que permite gestão durante a vigência.
Contrato público dura anos. O tempo gasto especificando bem se paga em cada um deles.
Trabalha com contratação pública de benefícios? Comente sua maior dificuldade, esse é um tema que pretendemos aprofundar.
#licitação #setorpúblico #compraspúblicas #benefíciocorporativo #maktub
Direção de arte
Copy da publicação
Executivo em viagem de trabalho carrega o cartão do plano na carteira sabendo, na maioria das vezes, que ele não vale nada do outro lado da fronteira.
A solução usual é o seguro viagem avulso, comprado a cada trip, com cobertura limitada e franquia alta. Funciona para imprevisto pequeno. Não funciona para internação, cirurgia ou repatriação, que são exatamente os casos que justificariam a preocupação.
Existe uma alternativa que poucas empresas conhecem: plano de saúde com cobertura internacional, contratado como categoria diferenciada dentro do mesmo pacote corporativo. A diretoria e quem viaja com frequência entram nessa faixa, o restante do time permanece no plano nacional.
Faz sentido para empresa exportadora, para operação com matriz no exterior, para quem tem sócio ou executivo em trânsito constante. Não faz sentido para todo mundo, e um bom consultor diz isso antes de você perguntar.
Se a sua empresa tem gente viajando com frequência, vale entender como funciona. Pergunte nos comentários ou chame no direct.
#planointernacional #saúdecorporativa #diretoria #benefíciocorporativo #maktub
Direção de arte
Copy da publicação
Se a renovação da sua empresa acontece nos próximos meses, o momento de olhar os números é agora, não quando a proposta chegar.
Foram três meses publicando aqui sobre uso do plano, sinistralidade, cadastro, comunicação, retenção e custo de substituição. Tudo isso converge para uma frase simples: gestão vale mais do que cotação.
Cotação você consegue em qualquer lugar, em poucos dias. Gestão é o que acontece nos doze meses entre uma renovação e outra, e é isso que determina o número que vai chegar na próxima.
O convite é o mesmo que fizemos ao longo de todo o ciclo: trinta minutos de conversa técnica sobre a sua carteira. Sem cotação, sem apresentação institucional, sem compromisso. Se ao final fizer sentido continuar, continuamos. Se não fizer, você sai com um retrato útil para negociar com quem já atende a empresa.
Administramos mais de 70 mil vidas em 2.000 empresas. O que aprendemos com isso está à disposição.
Chame no direct ou escreva para contato@maktubseguros.com.br.
#gestãodebenefícios #rh #saúdesuplementar #maktub
Direção de arte
Hashtags
Três a cinco por publicação, no fim do texto. Uma de marca, uma de categoria, uma de audiência. As hashtags de cada uma das dez primeiras peças já estão no fim da copy correspondente, na Parte 05, e são copiadas junto com o texto.
Métricas
Leitura semanal para ajuste de pauta, leitura mensal para decisão de estratégia. Salvamentos e compartilhamentos importam mais que curtidas: indicam utilidade, que é o que sustenta autoridade.
Mede distribuição. Cresce com conteúdo de topo. Meta do primeiro ciclo: crescimento consistente semana sobre semana, sem picos isolados.
Mede utilidade e concordância. É o indicador mais confiável de que um pilar está funcionando. Comentário de decisor vale mais que dez curtidas.
Mede aproximação. Acompanhar o perfil de cargo dos novos seguidores diz se o conteúdo alcança decisor ou só par de mercado.
Mede resultado. Exige registro no CRM da pergunta “como nos conheceu”. Sem esse campo, o ciclo não é avaliável.
Evolução do ciclo
O calendário é uma hipótese organizada. Os primeiros 30 dias existem para testá-la; os 60 seguintes, para explorar o que provou funcionar.
Manter a distribuição de pilares como está e observar dois recortes: qual pilar gera mais salvamento e qual formato sustenta comentário de decisor.
Registrar todo comentário que traga dúvida técnica, cada um deles é pauta pronta para o mês seguinte.
Aumentar em até 10 pontos o pilar de melhor desempenho, reduzindo na mesma medida o de menor. Transformar o carrossel mais salvo em série recorrente com identidade própria.
Introduzir vídeo curto de especialista respondendo uma dúvida real da carteira.
Elevar o pilar de conversão de 2% para 6%, ancorado nos temas que mais geraram engajamento qualificado. Empacotar o melhor conteúdo educativo em material de apoio comercial.
Fechar o ciclo com um conteúdo de retrospectiva que consolide a tese e abra o próximo trimestre.
Rua Robert Bosch, 544, Barra Funda, São Paulo/SP, 01141-010
contato@maktubseguros.com.br · (11) 99358-0139